sábado, 2 de fevereiro de 2013

O IMPOSSÍVEL

Sumi, mas voltei!!!

Caramba, tantos filmes para comentar aqui!!! Vou retomar com o filme que eu acabei de ver online, um filme que nem faz o meu estilo e estreiou no finalzinho do ano passado: O Impossível!

Um filme que retrata o tsunami que abalou o mundo em 2004, destruindo ilhas e cidades no litoral asiático, masi precisamente na Tailândia. O filme retrata a história verídica de uma família americana que passa as férias numa pousada na Tailândia e acaba sofrendo as consequências desta tragédia. 


O filme que consegue emocionar sem exagerar no drama pessoal da própria família que se desencontra devido a o Tsunami e, ao mesmo tempo, não força a barra na destruição provocada pela onda gigante (que por sinal, vieram 2, né!!), resumindo...comos e eu conseguisse resumir...o filme consegue um balanço em meio ao caos, um equilíbrio entre todos os dramas retratados. A onda destruindo tudo que vê pela frente consegue depsertar a comoção do cinéfilo, tratando-se de um desastre natural tão arrematador, já o drama pessoal da família traz a lição de moral, faz você dar valor a sua família. Uma linda família de pai, mãe e 3 filhos que acabam separados pela tragédia, e em meio ao caos e destruição, superam obstáculos realistas, convincentes e bem interpretados...para se reencontrarem. As interpretações estão ótimas! 

Os atores já consagrados Ewan Mc Greggor e Naomi Watts, dividem o filme de maneira graciosa. Enquanto a primeira parte do filme dedica-se a relatar a sobrevivência da mãe que, gravemente ferida e apenas com a ajuda do filho mais velho, consegue chegar a um abrigo/ hospital após o desastre, deparando-se com outros desafios, desde receber um tratamento em condições insalubres e caóticas, num hospital sem estrutura lotado de feridos e familiares perdidos até a facilidade que ambos tem em se perderem um do outro dentro do próprio abrigo. O filme se enriquece daquele toque humano, onde os funcionários, moradores locais e todos os voluntários unem esforços para ajudar as vítimas da tragédia, de maneira precária, porém até que eficaz. Já a segunda parte do filme, mostra um pai desesperado em reencontrar o resto de sua família, após conseguir encontrar seus dois filhos mais novos, ele se vê na obrigação de se separar deles para continuar a busca pelo resto de sua família, sem garantia alguma de que eles estejam vivos. A solidariedade de pessoas que também perderam seus familiares em contraposição ao egoísmo de outros, e a sutileza que o filme traz ao mostrar aqueles que não tiveram a mesma sorte que a família principal faz com que o filme apareça pelos detalhes. Da mesma forma que outros reencontros também acontecem, faz com que o filme não seja  tendencioso e sim, cada vez mais realista, conseguindo tocar nosso coração.

Os atores mirins também trazem consigo uma carga emocional bem considerável, o que merece meu respeito e elogios.

PONTO ALTO: Claro que foi o reencontro, fui as lágrimas.(Sem estar de TPM). A cena do Tsunami  também, foi bem forte, bem demonstrada, vê-los estourando nas paredes, superfícies, batendo em árvores e tudo que estava pela frente com a força e velocidade que a onda arrastava os corpos. 


É de fato, um drama!

RECOMENDO!

We are in peace, always! ;) (Saudades de V)

Nenhum comentário:

Postar um comentário